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Inclusão em Movimento: A Tecnologia a Serviço da Arte

  • Foto do escritor: Ylla Gomes
    Ylla Gomes
  • 25 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 29 de mai. de 2025

A Lobo Guará Produções Culturais acredita que a arte deve ser acessível a todos os corpos, experiências e formas de percepção. Um exemplo potente dessa visão é a residência artística “Som – uma coreografia para surdos”, criada pela artista, bailarina e diretora Clara Kutner, e produzida por Ylla Gomes, realizada em 2019, no Rio de Janeiro, no espaço Oi Futuro.



Como etapa preparatória e de pesquisa, foram ministradas oficinas de dança e experimentação acústica para alunos do INES — Instituto Nacional de Educação de Surdos.
Como etapa preparatória e de pesquisa, foram ministradas oficinas de dança e experimentação acústica para alunos do INES — Instituto Nacional de Educação de Surdos.

A proposta transcende os limites convencionais entre arte e tecnologia. Nesse projeto, a tecnologia não é apenas ferramenta estética — ela se torna meio de ampliação de acesso, criando experiências sensoriais que possibilitam novas formas de fruição da arte por pessoas surdas.

A obra convida a uma escuta que vai além do som: uma escuta do corpo, do movimento, da vibração. Desde então, essa iniciativa vem gerando desdobramentos em outras criações, debates e propostas artísticas, reafirmando o compromisso da Lobo Guará com uma produção audiovisual ética, sensível e verdadeiramente inclusiva.


Matéria publicada no site Heloísa Tolipan sobre a estreia de "Som – uma coreografia para surdos".


 
 
 

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